#Saia Sem
Preconceito
O professor executou uma proposta pedagógica inclusiva na escola pública de Campinas e foi injustamente punido por isso.
Agora, estamos MUITO perto da vitória!


A Secretaria de Educação de Campinas suspendeu o professor Vitor Pelegrin por 60 dias por vestir uma saia  no desfile de 7 de setembro. Entenda mais.

Não podemos permitir que um professor perca seu emprego por desenvolver uma proposta pedagógica inclusiva. Ou que ele seja impedido de realizar debates importantes, que formam nossos alunos para construir uma cidade melhor, como é o debate de gênero.

Se a Secretaria não voltar atrás, vai estar criando uma prática de constrangimento e limitação da atuação dos professores e suas ideias! O espaço da escola deve ser preservado.

Saia na frente contra o preconceito! Assine a petição, mostre que você não concorda com essa suspensão e vamos exigir a revogação!

Assine a petição e aumente esse coro!

0 Pessoas saíram na frente do preconceito

ATUALIZAÇÃO
[Dezembro/2016]

O prazo de suspensão chegou ao fim e o professor Vitor Pelegrin retornou às suas atividades normais na Escola Municipal Zeferino Vaz CAIC. O processo administrativo absurdo contra ele e o risco de exoneração continuam! Nós estamos acompanhando atentamente e vamos te notificar quando o resultado sair.

Assine a petição e fique ligad@ nas novidades!

O que aconteceu:

A Secretaria de Educação de Campinas criou um processo administrativo e suspendeu por 60 dias o professor da rede municipal de ensino de Campinas Vitor Pelegrin, alegando dois
 argumentos:


1) Ele desfilou vestido com uma saia enquanto segurava a bandeira do Brasil em 7 de setembro de 2015 e seus alunos seguraram cartazes contra homofobia, pedindo paz e dizendo que menina também joga bola. Isso foi considerado "atentado cívico".


2) Consideraram insubordinação  do professor quando tentou falar com o grupo de professores da escola sobre o ocorrido. Mas a discussão de direitos humanos já ocorria na escola bem antes do desfile.

O problema

Isso pode parecer um caso isolado, mas não é.
O fato ocorreu com o Vitor, mas poderia acontecer com qualquer professor de Campinas. Não podemos permitir que se crie uma prática de constrangimento de professores na nossa cidade. Principalmente debates que visam uma cidade mais inclusiva e com respeito aos direitos humanos em uma escola exemplar de Campinas.


Além disso, a própria escola tem em seu programa o respeito e a igualdade.
Ela faz muito bem ao colocar isso em sua programação, mas precisa executar esse plano, como fez o professor. É de extrema importância que se realize o debate de gênero na educação básica. A falta de informação sobre o assunto é um dos grandes geradores de preconceito e violência contra os direitos humanos. Quer entender mais sobre o debate de gênero? Clique aqui e entenda
Apoio dos estudantes


Os alunos já realizaram manifestações pedindo a volta do professor e mostraram pra Secretaria de Educação e pra escola que já sabem e querem fazer o debate de gênero.

Apoio da sociedade


Muita gente tá vestindo #SaiaSemPreconceito por aí dentro e fora das redes sociais! Dá uma olhada no que tá rolando





A Minha Campinas é uma rede de pessoas conectadas e interessadas em aproximar @s campineir@s das tomadas de decisão da cidade. Acreditamos que para chegarmos a uma cidade mais inclusiva e gostosa de viver, precisamos enfrentar o preconceito e a violência dentro e fora das escolas para que eles não continuem para as futuras gerações.

Não agimos sem antes nos embasarmos. Clique e confira nossas fontes